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Evento “Vida a Cores” mobiliza templos contra depressão e ansiedade em todo o mundo

O programa social Depressão Tem Cura, ligado à Igreja Universal, promoveu o evento Vida a Cores, que neste ano mobilizou 12 mil templos em todo o mundo com o objetivo de conscientizar e oferecer suporte a pessoas que enfrentam depressão e ansiedade. A iniciativa buscou unir fé, informação e acolhimento para combater os efeitos desses transtornos, muitas vezes chamados de “mal do século”.

Edição no Brasil: escala e alcance

No Brasil, a ação contou com a participação de 20 mil voluntários, que se dedicaram a receber, orientar e apoiar pessoas em diferentes cidades. A programação aconteceu em locais simbólicos, como a Catedral da Igreja Universal em Belém e o Templo de Salomão, em São Paulo, onde multidões se reuniram em busca de esperança e informações sobre prevenção e tratamento.

O projeto Depressão Tem Cura está ativo desde 2018 e, segundo dados da organização, já beneficiou mais de 4 milhões de pessoas ao longo dos últimos anos. A proposta central é criar espaços de diálogo, oferecer acolhimento emocional e mostrar caminhos de superação, especialmente para quem enfrenta crises de ansiedade, depressão e pensamentos autodestrutivos.

Atividades oferecidas e suporte

Durante o Vida a Cores, psicólogos, terapeutas e voluntários especializados participaram de rodas de conversa, palestras e sessões de escuta ativa, oferecendo orientações práticas para lidar com os sintomas da depressão e da ansiedade. Além disso, foram realizadas ações educativas para familiares, mostrando a importância da rede de apoio no processo de recuperação.

Outro ponto de destaque foi a distribuição de materiais informativos e a abertura de canais de atendimento contínuo, para que os participantes possam buscar ajuda mesmo após o evento. Segundo os organizadores, essa é uma forma de garantir que a iniciativa tenha um impacto duradouro na vida das pessoas.

Os organizadores destacam que o Vida a Cores não se limita a um único dia de atividades, mas funciona como um movimento global de sensibilização. Para eles, a mensagem central é clara: ninguém precisa enfrentar a depressão sozinho. A união de profissionais de saúde, líderes religiosos e voluntários reforça a ideia de que, com informação e acolhimento, é possível transformar vidas.

Com a repercussão positiva desta edição, a expectativa é que o projeto siga se expandindo, alcançando novas comunidades e ampliando a rede de apoio a quem sofre com transtornos emocionais.